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	<title>Edson Aparecido &#187; Na Sua Cidade</title>
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	<description>Secretário de Desenvolvimento Metropolitano.</description>
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		<title>Parabéns ao município de Tupi Paulista pelo seu aniversário. Localização da cidade no mapa de São Paulo</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 17:59:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tupi Paulista]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1285" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/11/Localização-da-cidade-de-Tupi-Paulista-no-mapa-de-São-Paulo.jpg" rel="lightbox[1284]"><img class="size-medium wp-image-1285" title="Localização da cidade de Tupi Paulista no mapa de São Paulo" src="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/11/Localização-da-cidade-de-Tupi-Paulista-no-mapa-de-São-Paulo-300x184.jpg" alt="Localização da cidade de Tupi Paulista no mapa de São Paulo 300x184 Parabéns ao município de Tupi Paulista pelo seu aniversário. Localização da cidade no mapa de São Paulo" width="300" height="184" /></a><p class="wp-caption-text">Localização da cidade de Tupi Paulista no mapa de São Paulo</p></div>
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		<title>Parabéns aos municípios de Anhumas, Ribeirão dos Índios e Turmalina pelos seus aniversários. Foto do Terminal Rodoviário de Anhumas.</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 17:57:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Na Sua Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Anhumas]]></category>
		<category><![CDATA[ribeirão dos Índios]]></category>
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		<description><![CDATA[Histórico de Anhumas Todo Município tem sua história. Através de arquivos das Escolas e entrevistas os alunos do 3º série do ano de 1.995, juntamente com antigos moradores da cidade, elaboraram o texto, história do município de Anhumas. No fim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1282" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/11/Foto-do-Terminal-Rodoviário-de-Anhumas.jpg" rel="lightbox[1281]"><img class="size-medium wp-image-1282" title="Foto do Terminal Rodoviário de Anhumas" src="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/11/Foto-do-Terminal-Rodoviário-de-Anhumas-300x225.jpg" alt="Foto do Terminal Rodoviário de Anhumas 300x225 Parabéns aos municípios de Anhumas, Ribeirão dos Índios e Turmalina pelos seus aniversários. Foto do Terminal Rodoviário de Anhumas." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Foto do Terminal Rodoviário de Anhumas</p></div>
<p>Histórico de Anhumas</p>
<p>Todo Município tem sua história. Através de arquivos das Escolas e entrevistas os alunos do 3º série do ano de 1.995, juntamente com antigos moradores da cidade, elaboraram o texto, história do município de Anhumas.</p>
<p>No fim do século passado em 1875, o desbravador NAYSLASKY trouxe os trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana que visava o escoamento do café.</p>
<p>Nesta época e no início do século XX, vieram para este local muitos imigrantes, entre eles a família de DOMINGOS VIEIRA, DOMINGOS FERREIRA DE MEDEIROS e outras famílias vinda de vários lugares do Estado.</p>
<p>Mesmo enfrentando problemas com os índios e outros mais, os colonizadores desmataram indiscriminadamente as terras que hoje são as fazendas e sítios do Município de Anhumas.</p>
<p>interesse pela região foi grande e chamou a atenção dos imigrantes ( Italianos, Portugueses e Espanhóis). Em conseqüência disso surgiu o povoado de Anhumas, que recebeu esse nome devido a presença de aves com esse nome.</p>
<p>O primeiro cruzeiro foi erguido no ano de 1922.</p>
<p>Em 20 de agosto de 1923, vieram morar neste lugar a família Sereghetti, devido ao fato de terem comprado uma propriedade aqui.</p>
<p>As terras nessa época pertenciam à companhia JOSÉ SOARES MARCONDES e não havia ruas,a rua principal , hoje chamada de DOMINGOS FERREIRA DE MEDEIROS era apenas uma estrada cheia de tocos. Não havia energia elétrica e as casas eram iluminadas por lamparinas e querosene.</p>
<p>A água era tirada de poços com baldes amarrados com cordas puxadas pelo sarilho.</p>
<p>O comércio era apenas uma venda e uma serralheria. A igreja era uma pequena Capela feita de madeira, que também serviu como 1º Escola, pois não havia escola e a professora se chamava Dona Helena.</p>
<p>O transporte era feito de carroça puxada por burro ou carro – de &#8211; boi.</p>
<p>A economia que predominava era a Agricultura, principalmente a de Café.</p>
<p>As casas eram feitas de pau a pique cobertas de sapé.</p>
<p>Não haviam médicos, só uma farmácia que foi inaugurada em 1924 e era coberta de coqueiro.</p>
<p>O lazer era o Baile com Sanfona. Jogo de futebol e festas na capela.</p>
<p>Em 1928, Anhumas tornou-se distrito de paz pertencendo ao município de Presidente Prudente.</p>
<p>Muitos moradores dessa época morreram, são poucos que permaneceram no município.</p>
<p>Em 1º de março de 1939 foi instalado em Anhumas o grupo GESC, que pertencia a cidade de Presidente Prudente.</p>
<p>Em meados de 1952, segundo a entrevistada, já havia no município energia tocada a motor. Só havia energia no período da noite até as 23:00 horas.</p>
<p>Um dos entrevistados o Sr. Patrocínio Martins, veio morar em anhumas em 1953, nomeado como titular do cartório. Disse nos que nesse tempo o território de Anhumas era dividido em lotes. Já havia várias casas de comércio e a economia que predominava não era apenas o Café mas também o Algodão, Amendoim e havia também um pouco da Pecuária.</p>
<p>O transporte nesta época já era feito por caminhão, pelo ônibus (a jardineira do Sr. Miguel Valesco) que servia para algumas excursões e Jipes.</p>
<p>No ano de 1953 a Igreja Santa Luzia foi terminada, mas ainda não havia uma praça.</p>
<p>Em Dezembro deste mesmo ano (1953) o município de Anhumas, foi desmembrado de Presidente Prudente. Em 1954, é eleito o 1º Prefeito de Anhumas, o Sr. SEGUNDO MANOEL GARDIN. Até hoje a cidade de Anhumas já teve 12 Prefeitos.</p>
<p>O número de habitantes nesta época era de mais ou menos 8.500 pessoas.</p>
<p>No ano de 1958 terminou o prédio próprio da Escola GESC, que passou a chamar “CORONELO FRANCISCO WHITACKER”.</p>
<p>Os meios de comunicação que estavam chegando a cidade eram: Revistas ( O Cruzeiro e Manchete); o Jornal (Estadão e Diário de São Paulo); Correio; Rádio, mas ainda não havia televisão.</p>
<p>O Campo de Futebol era no local de (hoje), o Centro Comunitário, este era o principal lazer nas tardes de Domingo.</p>
<p>Havia também nesta época um campo para pouso de pequenos aviões.</p>
<p>Na área da saúde o atendimento era precário. Já o comercio na zona urbana já era um ponto forte da cidade.</p>
<p>Segundo o Censo de 1960 o número de habitantes era de 6.668 pessoas.</p>
<p>No ano de 1963 criou-se o Ginásio Estadual (5º à 8º série) e em 1973 o 2º Grau, já contendo uma população de 5.500 pessoas.</p>
<p>Em 07 de novembro de 1976 foi inaugurada a (SABESP) Empresa de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, que cobre hoje 90% da população.</p>
<p>A pavimentação de algumas ruas e da Rodovia Henrique Moreno Milan que liga Anhumas à Rodovia Raposo Tavares foi inaugurada em 1977, depois com o passar do tempo outras ruas foramO sendo pavimentadas.</p>
<p>No Censo feito em 1980 a população era de 3.242 habitantes. Com esse êxodo o comercio foi enfraquecendo muito e a atividade predominante passou a ser a pecuária, que não exige mão de obra numerária.</p>
<p><a title="Saiba mais sobre o município no site da prefeitura clicando aqui" href="http://www.anhumas.sp.gov.br/">Saiba mais sobre o município no site da prefeitura clicando aqui</a></p>
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		<title>Parabéns às cidades Regente Feijó, Monte Azul Paulista, Nova Luzitânia, Paulicéia, Ubarana, Tanabi e Fernando Prestes, pelos seus aniversários. Foto aérea de Nova Luzitânia</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 17:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Histórico de Nova Luzitânia Antigamente a cidade de Nova Luzitânia era popularmente denominada “Cabajá”. O povoado de “cabajá” iniciou-se 1935, e Sebastião Pedro da Silva e João Batista Moreira foram pioneiros em sua formação. Acredita-se que se chamou &#8220;Cabajá&#8221;, porque [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1279" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/11/Foto-aérea-de-Nova-Luzitânia.jpg" rel="lightbox[1278]"><img class="size-medium wp-image-1279" title="Foto aérea de Nova Luzitânia" src="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/11/Foto-aérea-de-Nova-Luzitânia-300x203.jpg" alt="Foto aérea de Nova Luzitânia 300x203 Parabéns às cidades Regente Feijó, Monte Azul Paulista, Nova Luzitânia, Paulicéia, Ubarana, Tanabi e Fernando Prestes, pelos seus aniversários. Foto aérea de Nova Luzitânia" width="300" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">Foto aérea de Nova Luzitânia</p></div>
<p>Histórico de Nova Luzitânia</p>
<p>Antigamente a cidade de Nova Luzitânia era popularmente denominada “Cabajá”. O povoado de “cabajá” iniciou-se 1935, e Sebastião Pedro da Silva e João Batista Moreira foram pioneiros em sua formação. Acredita-se que se chamou &#8220;Cabajá&#8221;, porque no início não havia meios de transportes. O único meio de transporte existente na época era o carro de boi, o qual transportava mercadorias para o abastecimento local. Os comerciantes saiam daqui e iam até um centro maior, que era São José do Rio Preto, para comprarem bebidas, mas como o carro de boi era pequeno e longa a distância, traziam pouca quantidade. Quando as pessoas chegavam aos bares, mal começavam a beber e comer as mercadorias logo acabavam. Daí a origem do topônimo &#8220;Cabajá&#8221;. Os dois fundadores, Sebastião Pedro da Silva e João Batista Moreira, doaram a terra para a construção da capela, onde iniciou o povoado.</p>
<p>Nova Luzitânia foi elevada à categoria de Distrito pela Lei nº 2.456, de 30 de dezembro de 1953 e posteriormente à categoria de Município pela Lei nº 8.092, de 28 de fevereiro de 1964. O município foi instalado em 21 de março de 1965. Ele está situado a noroeste do Estado de São Paulo.</p>
<p>A origem do topônimo Nova Luzitânia é uma homenagem ao professor de origem portuguesa que lecionou no início do povoado.</p>
<p>Os Luzitanienses, prestando homenagem aos fundadores, nomearam uma rua como &#8220;Rua Sebastião Pedro da Silva&#8221; e a Praça da Matriz. Como &#8220;Praça Matriz João Batista Moreira&#8221;.</p>
<p>O primeiro prefeito municipal de Nova Luzitânia foi Ernesto Bartolomeu, seguido de Miguel Carolino Barbosa, José Tiago Rodrigues, Ernesto Bartolomeu, Osvaldo Bailão, Ernesto Bartolomeu, Edwiges Malavazi Cavalini, Ernesto Bartolomeu e Laerte Aparecido Rocha, este sendo reeleito para o período de janeiro de 2005 a 31 de dezembro 2008. (saiba mais)</p>
<p>A primeira escola foi o Grupo Escolar de Nova Luzitânia, criada pelo Decreto n.º 17.698/47, publicado em 01/09/53 e instalado nesta.</p>
<p>O então ginásio estadual foi criado pelo Decreto n.º 52.410/70 e instalado em 25/03/70.</p>
<p>DADOS GEOGRÁFICOS</p>
<p>As principais atividades sócio-econômicas no início do povoado foram o cultivo de café, milho, arroz, algodão e pecuária, devido às virgens e férteis terras. Em 1980, com a construção da Usina de Álcool no município limítrofe de Santo Antônio do Aracanguá, que distancia 20 Km, a economia foi reforçada com o plantio de cana-de-açúcar no município e o aproveitamento de mão de obra durante a safra de cana.</p>
<p>Ainda nos dias de hoje a atividade da pecuária merece destaque, pois existem muitos estabelecimentos dedicados à produção de leite e carne, assim como à produção de cana de açúcar.</p>
<p>A atividade industrial é pequena, apesar de haver incentivo nesse segmento, porém poucos se interessam.</p>
<p>A atividade comercial tem a finalidade de abastecer o consumo da cidade. O clima do município é tropical, com temperatura média anual de 24º.</p>
<p>O solo é do tipo arenito, fortemente erosivo, classificável como Podzolico vermelho-amarelo, recoberto por cerrados e matas tipo tropical.</p>
<p>Quanto ao relevo, os terrenos não são muito ondulados, tem altitudes que variam de 330 metros a 444 metros (mais ou menos 390 metros média). Coordenadas N=7.693.616,736, E= 576.739,058, Altimetria Geométrica é 417,41 m (nível do mar).</p>
<p>É cortado por uma série de córregos, destacando-se os Córregos Mato Grosssinho e Canjarana, que correm para o Ribeirão Mato Grosso, além da Passagem do Zeca e do Tanque, os quais correm para o Ribeirão Mato Grossinho.</p>
<p>A distância entre Nova Luzitânia e a sede de divisão regional, que é Araçatuba, é cerca de 60 Km.</p>
<p>A área total do Município é de 75,21 Km2, com 52.241,89 metros lineares de perímetro. O urbano perfaz um total de 631.843.21 m2 com 5.292,71 metros lineares. Segundo o Censo do IBGE do ano 2000, a população de Nova Luzitânia era 2.755 sendo 1.443 do sexo masculino e 1.312 do sexo feminino, distribuídos em 2.294 na zona urbana e 461 na zona rural. A população atualizada em 01 de julho de 2005 é de 2.814 habitantes.</p>
<p>Nova Luzitânia é ligada às cidades de São José do Rio Preto, Monte Aprazível, General Salgado. Entre outras, através da Rodovia Feliciano Sales Cunha. Se liga a cidade de Araçatuba pela Vicinal Antônio Vilela, que vai até a Destilaria Aralco. A religião predominante é a católica; o padroeiro é São Pedro. E seu dia é comemorado no dia 29 de junho, juntamente com o aniversário da cidade, realizando-se desfile, missa, jogos, shows musicais e festa do peão de boiadeiro.</p>
<p>O Município limita-se com Gastão Vidigal, Santo Antônio do Aracanguá, Lourdes e Nova Castilho. A sede da Comarca é Nhandera desde 29/01/1955, ano em foi desmembrada da Comarca de Monte Aprazível. Anteriormente eram São José do Rio Preto e Jaboticabal.</p>
<p>A capital do estado esta a 560 Km, e a capital federal 800 Km.</p>
<p>Saiba mais sobre Nova Luzitânia no site da prefeitura: <a href="http://www.novaluzitania.sp.gov.br" target="_blank">http://www.novaluzitania.sp.gov.br</a></p>
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		<title>Parabéns aos municípios de Bastos e Iacri pelos seus aniversários. Foto da Praça do Ovo na cidade de Bastos.</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 17:53:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Bastos]]></category>
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		<description><![CDATA[História de Bastos O Nome do Município originou-se da Fazenda Bastos pois o mesmo foi fundado em terras pertencentes ao sr. Henrique Bastos. O sr. Senjiro Hatanaka foi praticamente quem escolheu, após haver percorrido todo o interior do Estado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1276" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/11/Foto-da-Praça-do-Ovo-na-cidade-de-Bastos.jpg" rel="lightbox[1275]"><img class="size-medium wp-image-1276" title="Foto da Praça do Ovo na cidade de Bastos" src="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/11/Foto-da-Praça-do-Ovo-na-cidade-de-Bastos-300x225.jpg" alt="Foto da Praça do Ovo na cidade de Bastos 300x225 Parabéns aos municípios de Bastos e Iacri pelos seus aniversários. Foto da Praça do Ovo na cidade de Bastos." width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Foto da Praça do Ovo na cidade de Bastos</p></div>
<p>História de Bastos</p>
<p>O Nome do Município originou-se da Fazenda Bastos pois o mesmo foi fundado em terras pertencentes ao sr. Henrique Bastos. O sr. Senjiro Hatanaka foi praticamente quem escolheu, após haver percorrido todo o interior do Estado de São Paulo, ainda não desbravado, o local onde futuramente seria fundada a comunidade de Bastos.</p>
<p>As razões que o motivaram à escolha, como representante de uma Autarquia Governamental japonesa, das terras, na época denominada Fazenda Bastos, foram, apesar de não serem muito férteis, a ausência da Maleita e uma espécie de intuição quanto ao desenvolvimento da área e a adequação dos imigrantes, no que estavam com plena razão.</p>
<p>Em 1928 iniciou a cultura do café, introduzindo-a na comunidade. Em 1931, com as restrições impostas por decreto governamental aos cafeicultores, incrementou o plantio de algodão, cuja produção chegou a ser considerada a de melhor qualidade em todo o País.</p>
<p>Em 1941, com o término do ciclo algodoeiro, envidou esforços para que fosse introduzida a sericicultura. Em 1949, fracassada após uma época áurea a experiência sericícola, contribuiu para que fosse ampliada a então incipiente atividade avícola, cuja consolidação transformou Bastos na hoje mundialmente conhecida Capital do Ovo.</p>
<p>A avicultura que hoje é um símbolo de Bastos, desde 1930 engatinhava timidamente, sem quaisquer recursos técnicos. Mas de 1957 em diante, pouco a pouco o número de granjas começou a aumentar e hoje a produção de ovos no Município de Bastos excede amplamente qualquer outra do País.</p>
<p>Curiosidades</p>
<p>Enfileirando os ovos, a produção avícola de 8 anos ultrapassa a distância média para a Lua.</p>
<p>Em menos de 2 meses, a produção de ovos ultrapassa em unidades a população do Brasil.</p>
<p>A produção de 8 dias, enfileirando os ovos, cobre a distância de ida e volta à São Paulo (Capital).</p>
<p>O Município movimenta quase 7 mil sacos de 60 kgs de milho por dia.</p>
<p>O movimento de carga diário de rações, adubos e concentrados para fins de produção é de 550 ton. nas propriedades agro-avícolas e o retorno diário em produção de ovos, esterco e frutas é de 450 ton., totalizando 1.000 toneladas por dia.</p>
<p>Em 18 de junho de 1908, o navio Kasato Maru trouxe a 1ª Caravana de imigrantes japoneses para o Brasil.</p>
<p>Produção mensal de esterco: 4.800 toneladas</p>
<p>Saiba mais sobre a cidade acessando o site da prefeitura em: <a href="http://www.bastos.sp.gov.br" target="_blank">http://www.bastos.sp.gov.br</a></p>
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		<title>Parabéns ao município de Osvaldo Cruz pelo seu aniversário. Foto panorâmica da cidade.</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 17:51:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Osvaldo Cruz]]></category>

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		<description><![CDATA[História de Osvaldo Cruz Até a década de 1920, as cidades e a estruturação da rede urbana do Oeste Paulista eram vinculadas à cafeicultura. Foi neste contexto e com especulação fundiária, que surgiu o município de Osvaldo Cruz. Conforme Alvarenga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1273" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/11/Foto-panorâmica-da-cidade-de-Osvaldo-Cruz.jpg" rel="lightbox[1272]"><img class="size-medium wp-image-1273" title="Foto panorâmica da cidade de Osvaldo Cruz" src="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/11/Foto-panorâmica-da-cidade-de-Osvaldo-Cruz-300x189.jpg" alt="Foto panorâmica da cidade de Osvaldo Cruz 300x189 Parabéns ao município de Osvaldo Cruz pelo seu aniversário. Foto panorâmica da cidade." width="300" height="189" /></a><p class="wp-caption-text">Foto panorâmica da cidade de Osvaldo Cruz</p></div>
<p>História de Osvaldo Cruz</p>
<p>Até a década de 1920, as cidades e a estruturação da rede urbana do Oeste Paulista eram vinculadas à cafeicultura. Foi neste contexto e com especulação fundiária, que surgiu o município de Osvaldo Cruz. Conforme Alvarenga (1994, p. 17), “para o loteamento do território do município, foi criada a empresa de Colonização Alta Paulista”.</p>
<p>Essas terras pertenciam ao suíço Max Wirth,  dividiam-se em duas glebas, fazenda Guataporanga e fazenda Monte Alegre, localizadas ao norte e ao sul do divisor de águas dos rios Peixe e Aguapeí respectivamente.</p>
<p>Através do loteamento  de suas terras, em sítios e chácaras, para a formação de pequenas e médias propriedades agrícolas, iniciou a projeção  no divisor de águas  da  cidade que se deu o nome de Califórnia, para que nela se instalassem atividades urbanas, para estabelecer o necessário intercambio social e econômico com a zona rural.</p>
<p>A fundação do patrimônio Califórnia foi em 6 de junho de 1941, quando o padre Gaspar Aguillo Cor­tez, da paróquia de Bastos, celebrou a primeira mis­sa em  uma clareira aberta no meio da mata virgem onde hoje se situa a praça da Igreja Matriz. A missa foi acompanhada por congregados marianos do município, pioneiros e colonizadores do povoado.</p>
<p>As derrubadas de quase vinte mil alqueires de terras, revestidas de mata nobre e fechada, o plantio de dezoito milhões de cafeeiros e a formação da cidade  se consolidou de forma rápida. Em apenas dezoito messes, a partir da primeira missa, a vila Califórnia, pelo Decreto 13.059, de 16 de novembro de 1942, foi elevada à categoria de distrito de paz, como 2ª. Zona do distrito de Baliza do município de Martinópolis, com o nome de Osvaldo Cruz, em homenagem ao notável cientista brasileiro, nascido em São Luís do Paraitinga.</p>
<p>Por iniciativa de Arthur Verri, com apoio de lideranças dos dis­tritos de Sagres e Salmourão, que  fo­ram elevados a categoria de muni­cípios, oferece u condições para considerar   Osvaldo Cruz  como comarca, pela Lei 2.456, e 20 de dezem­bro de 1953, com ju­risdição em três municípios: Osvaldo Cruz, Sagres e Salmourão.</p>
<p>Posteriormente o município de Parapuã foi anexado à comarca de Osvaldo Cruz.</p>
<p>Em reconheci­mento ao governador Lucas Nogueira Gar­cez, por ter sanciona­do lei que elevou  Osvaldo Cruz à categoria de Comarca, foi realizada uma homenagem com seu nome  à praça da igreja matriz.</p>
<p>A conquista de estágios como distrito, município e comarca na divisão territorial em nível do estado e do país torna-se  importante para  a população.</p>
<p>No ano de 1950,  Osvaldo Cruz  apresentava na zona urbana aproximadamente 7.297 habitantes, enquanto que na zona rural residiam 19.726 habitantes. Após a decadência gerada pela crise do café em 1960, o êxodo rural fez com que esses números sofressem uma brusca alteração, o numero de habitantes na cidade saltou para 26.141, como resultado a população da zona rural caiu para 3.507 habitantes.</p>
<p>O primeiro  comerciante a se instalar na Vila Califórnia foi Eizos Sanuk, com a Casa Califórnia, que teve sua construção realizada em 1941. Tratava-se de um casarão de tábuas com cinco portas de duas folhas com sua fachada voltada para a Avenida Brasil, que mais tarde recebeu o numero 523.  Alguns anos depois, os irmãos Kato (Masaaki, João e André) que vieram da Fazenda Brumado em 18 de agosto de 1945. Em 1952, o prédio de madeira, que se encontrava em péssimas condições foi substituído por novo uma nova construção agora de tijolos que permaneceu com nome de Casa Califórnia e continuou mantendo sua freguesia.</p>
<p>Saiba mais sobre o município acessando o site da prefeitura municipal: <a href="http://www.osvaldocruz.sp.gov.br" target="_blank">http://www.osvaldocruz.sp.gov.br</a></p>
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		<title>Parabéns aos municípios de Canitar, Novais e Emilianópolis pelos seus aniversários. Foto do brasão da cidade de Novais.</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 17:49:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Canitar]]></category>
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		<description><![CDATA[História de Novais Por volta de 1923 onde contava com 3 a 4 casas, com um patrimônio de 11 alqueires, doado por um dos fazendeiros visinhos, o Sr. Miguel Ruiz, determinou logo a venda de grande quantidade de datas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1270" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/08/Foto-do-brasão-da-cidade-de-Novais.jpg" rel="lightbox[1268]"><img class="size-full wp-image-1270" title="Foto do brasão da cidade de Novais" src="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/08/Foto-do-brasão-da-cidade-de-Novais.jpg" alt="Foto do brasão da cidade de Novais Parabéns aos municípios de Canitar, Novais e Emilianópolis pelos seus aniversários. Foto do brasão da cidade de Novais." width="150" height="140" /></a><p class="wp-caption-text">Foto do brasão da cidade de Novais</p></div>
<p>História de Novais</p>
<p>Por volta de 1923 onde contava com 3 a 4 casas, com um patrimônio de 11 alqueires, doado por um dos fazendeiros visinhos, o Sr. Miguel Ruiz, determinou logo a venda de grande quantidade de datas e lotes de terreno, começando ali uma verdadeira febre de construções.</p>
<p>O Distrito de Paz de  Novais foi criado em fevereiro de 1925, quando ainda pertencia ao município de Catanduva , este nome foi dado em homenagem a um prestigioso chefe político de Jaboticabal, Major João Baptista Novaes.</p>
<p>Novais posteriormente passou a distrito de Tabapuã, onde adquiriu sua emancipação político  administrativa, no dia 30/12/1991,   através da   lei 7664.</p>
<p>Desde o seu surgimento até os dias de hoje, Novais dependeu basicamente de sua agricultura, que sempre foi bem sucedida, garantindo a riqueza e a prosperidade da cidade.</p>
<p>A agricultura do município passou por transformações drásticas, passando de uma grande tradição em cafeicultura para citricultura e mais recentemente partindo para a cana-de-açúcar, o município de Novais ainda preserva uma pecuária de leite e de corte, porém com menor expressão do que foi no passado. A cultura do  milho  está  se  destacando com altos índices de produtividade.</p>
<p>Atualmente, possui em torno de 3300 habitantes, sendo 80 % urbana e 20 % rural. A população rural é caracterizada  em parte  pela presença de   pequenos e médios produtores que ainda preservam a tradição  de  morar  no campo. A população urbana predominante é pobre, pois em torno  de 70 %, vivem do corte da cana de açúcar e da colheita de laranja.</p>
<p>Esta  faixa menos favorecida é formada  por  migrantes e uma  população flutuante, formada por pessoas de outros estados que vem trabalhar no período de safra.</p>
<p>O Bairro do Córrego Seco é representativo na conjuntura do município, pois apresenta um aglomerado de pequenos produtores que moram em suas propriedades, possuindo um nível econômico e tecnológico bom, no bairro temos uma  escola  rural  desativada , uma  igreja com salão  de festa, com capacidade para 400 pessoas e um campo de bocha.</p>
<p>Hoje, Novais tem uma exploração agropecuária baseada em citros, cana de açúcar, seringueira, café, arroz, milho, feijão, plasticultura, piscicultura, avicultura, bovinocultura, suinocultura,  entre outras atividades de menor  importância.</p>
<p>Novais localiza-se a noroeste do estado de São Paulo, ficando   a 21 graus de latitude sul e 48 graus e 55 minutos de longitude oeste    de Greenwich. O   município possui uma altitude de 597 m, distanciando-se à  400 Km  da  capital  do estado,  70 Km de São José do Rio Preto e 14  Km de Catanduva.</p>
<p>O município é ligado a Tabapuã , Catanduva  e Embaúba através de estradas vicinais pavimentadas,  ao Bairro do Córrego Seco e Bairro da Serrinha através de estradas de terra comum. Quanto as ferrovias e aeroportos  dependemos basicamente de Catanduva e São José do Rio Preto, respectivamente. O município possui uma área de 124.30 Km2 de área rural   e 0.70 Km2 de área    urbana, sendo seus confrontantes os municípios de Catanduva, Tabapuã e Embaúba.</p>
<p>O relevo é muito bom, sendo que o município possui praticamente 100 % das terras mecanizáveis, o tipo de solo predominante é o Podizolizado de Lins e Marília, variação Marília.</p>
<p>O   clima    é bem  favorável  para  agricultura, caracterizado  por  uma estação chuvosa de outubro a março, com 1080 mm de pluviosidade  e temperaturas médias entre 22 e 25 º C, e  uma    estação   mais seca, de  abril a setembro, com 267 mm e temperatura média entre 19 e 23 º C. A média pluviométrica anual é de 1347 mm e a temperatura média de 22,7 .º C, ou seja, o município possui um potencial agropecuário imensurável.</p>
<p>As terras do município pertencem  à  bacia   hidrográfica do Turvo Grande, o ribeirão mais  importante  é o Córrego do Matão, que juntamente com seu afluente, Córrego das Perobas, recebem   todo   esgoto não tratado da cidade, que banham   grande  parte   do  município, fornecendo água para o rebanho da bacia, e onde a população carente também pesca.</p>
<p>Em torno de 90 % da população novaense vivem direta e indiretamente da agricultura.</p>
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		<title>Parabéns aos municípios de Macaubal, Areiópolis, Catinguá, Rio Grande da Serra, Santópolis do Aguapeí, Garça e Irapuru pelos seus aniversários. Foto de Santópolis do Aguapeí.</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 17:46:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Histórico de Santópolis do Aguapeí O terreno onde se localiza o município de Santópolis do Aguapeí, foi adquirido em fins de 1940, pelo Sr. Antônio Francisco dos Santos Júnior, dos senhores Toledo Pizza e Rosa Galvão, numa área de 2600 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1266" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a><img class="size-medium wp-image-1266" title="Foto de Santópolis do Aguapeí" src="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/11/Foto-de-Santópolis-do-Aguapeí-300x202.jpg" alt="Foto de Santópolis do Aguapeí 300x202 Parabéns aos municípios de Macaubal, Areiópolis, Catinguá, Rio Grande da Serra, Santópolis do Aguapeí, Garça e Irapuru pelos seus aniversários. Foto de Santópolis do Aguapeí." width="300" height="202" /></a><p class="wp-caption-text">Foto de Santópolis do Aguapeí</p></div>
<p>Histórico de Santópolis do Aguapeí</p>
<p>O terreno onde se localiza o município de Santópolis do Aguapeí, foi adquirido em fins de 1940, pelo Sr. Antônio Francisco dos Santos Júnior, dos senhores Toledo Pizza e Rosa Galvão, numa área de 2600 alqueires.Já nesta época, nos arredores onde se localiza a cidade havia colonos japoneses, que nelas se instalaram por volta de 1938.A região era coberta de exuberante mata, onde havia as mais diversas madeiras. Não havia índios na área do município, mas animais em profusão.</p>
<p>Em meados de 1940 começaram a ser construídas as primeiras casa da povoação que deram origem a vila, então chamada Mil Alqueires.Não havia estradas, e o único meio de comunicação era uma picada (estrada rudimentar) através da mata comunicando-se com Clementina de um lado e chegando do outro as margens do Rio Aguapeí.</p>
<p>A terra, apesar de muito arenosa, era fértil e dadivosa, tudo que se plantava colhia. A mata foi sendo derrubada, lavouras foram surgindo, novas famílias de origem japonesa, nortistas e nordestinos, principalmente, foram aqui se estabelecendo.</p>
<p>O nome do vilarejo foi mudado para Santópolis em homenagem ao Antônio Francisco dos Santos Júnior, considerando seu fundador, recebendo sua denominação atual, Santópolis do Aguapeí, ao ser elevado à condição de Distrito de Paz.</p>
<p>Em 30 de dezembro de 1959, Santópolis do Aguapeí, foi elevado á categoria de município.O município  eminentemente agrícola , prosperava consideravelmente, mas a partir de 1963 começou a entrar em decadência devido a queda da produção agrícola.</p>
<p>Em virtude da erosão do solo, e da falta de incentivos por parte do governo e de uma política que priorizasse a agricultura, os fazendeiros foram transformando as lavouras em pastagens e  houve grande êxodo rural.</p>
<p>Tanto a população rural quanto a urbana diminuíram sensivelmente, pois o município não conseguiu absorver essa população por falta de infra estrutura e por não existir nenhuma indústria que empregasse os trabalhadores.</p>
<p>Hoje, como em toda região, as terras santopolenses, além das pastagens tem grandes áreas onde se planta cana de açúcar para sustentar as usinas de álcool e açúcar.</p>
<p>Por tudo isso a vida da cidade, atualmente, está estagnada e enfrenta sérios problemas sócio-econômicos e culturais.</p>
<p>LOCALIZAÇÃO E ÁREA DO MUNICÍPIO</p>
<p>Santópolis do Aguapeí está localizada na Região Noroeste do Estado de São Paulo, situado a uma latitude de 21o e 38´S e longitude de 50o 30, W de Grenwich.</p>
<p>Pertence á 9.ª Região Administrativa do Estado de São Paulo, Região de Araçatuba.</p>
<p>Juridicamente está vinculado á Comarca de Birigui.</p>
<p>Limita-se com os seguintes municípios:</p>
<p>Ao norte &#8211; Clementina</p>
<p>Ao sul &#8211; Tupã e Iacri</p>
<p>Ao leste &#8211; Luiziânia</p>
<p>Ao Oeste &#8211; Piacatu.</p>
<p>Dista 565 km da cidade de São Paulo, 57 km da cidade de Araçatuba e 50 km da cidade de Birigui.</p>
<p>A área total é de 177 km2, sendo 13 km2 de Zona Urbana e 174 km2 de Zona Rural</p>
<p>VIAS DE ACESSO</p>
<p>Santópolis do Aguapeí é cortada pela Rodovia Assis Chateubriand(SP 425) e conta com uma malha viára de 74 km de extessão, sendo 28 km pavimentada e 46 não pavimentada.</p>
<p>O município não possui linhas ferroviárias, fluviais e nem aeroporto.</p>
<p>RELEVO, SOLO E VEGETAÇÃO</p>
<p>O relevo é plano com leves ondulações apresentando uma altitude de 425 metros acima do nível do mar.</p>
<p>O solo predominante é o podzolizado, variação Lins.</p>
<p>A vegetação é  característica de campos e cerrados.</p>
<p>CLIMA</p>
<p>Caracterizado como quente, com inverno seco, apresentando temperatura média anual de 23º C, com precipitação pluviométrica anual de 1200 á 1400 mm.</p>
<p>HIDROGRAFIA</p>
<p>Representada pelos rios Aguapeí (Feio); Córrego do Agrião; Córrego do Prego; Córrego Fartura; Córrego da Volta e outros pequenos cursos d’água.</p>
<p>MÉDIA DE HABITANTES POR FAMÍLIA = 4,1</p>
<p>SISTEMA ECONÔMICO</p>
<p>Com o declínio do café procurou-se saídas alternativas e pelas características favoráveis do solo e do clima optou-se pelo plantio de cereais e produtos frutíferos bem como o desenvolvimento de pastagens.</p>
<p>Nos dias atuais há um grande interesse pelo plantio de cana de açúcar que abastece as usinas da região.Sendo Santópolis do Aguapeí, município eminentemente agropecuário, o seu desenvolvimento econômico sempre esteve diretamente relacionado as atividades deste setor, desde a colonização passando pela fase áurea do café até os dias de hoje.Em razão de estar estruturado na atividade agropecuária e também devido a defasagem tecnológica, falta de capital para investimento, falta de mão de obra qualificada, o município não apresenta inovações ou alterações no que tange ao setor de comércio, indústria e prestação de serviços.</p>
<p>O índice correspondente ao PEA é um dos indicadores que reflete o nível de desenvolvimento econômico.</p>
<p><a title="Saiba mais sobre o município no site da prefeitura clicando aqui" href="http://www.santopolisdoaguapei.sp.gov.br/" target="_blank">Saiba mais sobre o município no site da prefeitura clicando aqui</a></p>
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		<title>Parabéns ao município de Campos do Jordão pelo seu aniversário.</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 17:43:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Campos do Jordão]]></category>

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		<description><![CDATA[História de Campos do Jordão Foi a fantástica perseguição ao ouro que levou o sertanista Gaspar Vaz da Cunha, o Oyaguara, a romper as matas virgens da Mantiqueira, vindo do Vale do Paraiba, através de picadas coleantes e escarpadas, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1263" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/11/Campos-do-Jordão.jpg" rel="lightbox[1262]"><img class="size-medium wp-image-1263" title="Campos do Jordão" src="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/11/Campos-do-Jordão-300x199.jpg" alt="Campos do Jordão 300x199 Parabéns ao município de Campos do Jordão pelo seu aniversário." width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Campos do Jordão</p></div>
<p>História de Campos do Jordão</p>
<p>Foi a fantástica perseguição ao ouro que levou o sertanista Gaspar Vaz da Cunha, o Oyaguara, a romper as matas virgens da Mantiqueira, vindo do Vale do Paraiba, através de picadas coleantes e escarpadas, em direção às minas auríferas de Itajiba.</p>
<p>Ficou encantado com a exótica e exuberante paisagem da região do Sapucaí e não sabia que estava desbravando os caminhos que, mais tarde, levariam ao paraíso na terra, ornado de opulenta vegetação, solo fértil, clima excepcional e água salubérrima.</p>
<p>Por volta de 1771, a coragem épica de Inácio Caetano Vieira de Carvalho, seguindo as pegadas do Oyaguara, subiu os degraus da Serra Preta, na Mantiqueira, em direção ao Pico do Itapeva, vindo de Taubaté, fixando-se com sua família durante 18 anos nos Campos da Mantiqueira. Fundou a Fazenda Bom Sucesso, requereu e obteve carta de sesmaria do Governador da Capitania de São Paulo e lutou bravamente para defender as divisas de São Paulo contra seu vizinho sesmeiro, João da Costa Manso, da Fazenda São Pedro, das bandas de Minas Gerais. Graças à sua luta, Campos do Jordão permaneceu paulista e Inácio Caetano Vieira de Carvalho levou para o túmulo a glória de ter sido o pioneiro desta, hoje, maravilhosa Estância.</p>
<p>Narra a lenda que Inácio Caetano era muito sovina e que, por isso, enterrara barricas de ouro em uma lomba larga entre três pinheiros, despertando a cobiça de muitos ao longo de gerações que, até hoje, sulcam a terra em busca do lendário tesouro do desbravador. Com a sua morte em 1823, seus herdeiros hipotecaram a sesmaria ao Brigadeiro Manoel Rodrigues Jordão, que, mais tarde, adquiriu-a nas imediações do dia de Natal, pelo que o povo passou a chamar as terras de Fazenda Natal e, logo em seguida, de Campos do Jordão. Aí a origem do nome.</p>
<p>Membro do Governo Provisório e Diretor do Tesouro da Capitania de São Paulo, o Brigadeiro Jordão era cidadão ilustre, grande proprietário de fazendas e figurou ao lado de D. Pedro quando do Grito do Ipiranga, no famoso quadro de Pedro Américo.</p>
<p>Infelizmente, não chegou a conhecer as terras às quais emprestou o nome. Os herdeiros de Brigadeiro Manoel Rodrigues Jordão retalharam as terras, vendendo às porções, para diversos proprietários. Foi em 29 de abril de 1874 que, um deles, morador de Pindamonhangaba, o português Matheus da Costa Pinto, subiu a Serra e, comprando terras à beira do rio Imbiri, lá instalou uma vendinha, montou uma pensão para respirantes e pouso dos forasteiros, levantou uma capela em honra de São Matheus e edificou a escola.</p>
<p>Estava fundada a Vila de São Matheus do Imbiri, histórica precursora master de Campos do Jordão. Lançada a boa semente em solo fértil, logo o povoado progrediu e veio a transformar-se na Vila Velha, denominada, mais tarde, Vila Jaguaribe, graças aos esforços encetados pelo seu desenvolvimento e progresso, por parte do Dr. Dorningos José Nogueira Jaguaribe Filho, seu morador. Outras vilas foram surgindo: a Vila Abernéssia foi fundada pelo escocês Robert John Reid, o agrimensor da divisão judicial da Fazenda Natal. Como ele nascera em Aberdeen, e seu pai em Inverness na Escócia, retirou Aber da primeira cidade, ness da segunda e ia de Escócia, formando com elas a denominação de sua Chácara Abernéssia, que veio a transformar-se em Vila, em 1919; Vila Capivari foi fundada pelos médicos higienistas Emílio Marcondes Ribas e Victor Godinho, que ali projetaram Vi1a Sanitária em 1911.</p>
<p>O projeto não foi levado à frente, porém, em 1922, o Embaixador José Carlos de Macedo Soares comprou as referidas terras e fundou a Companhia de Melhoramentos Capivari, responsável pela edificação da aristocrática e bela vila. Foram, igualmente, Emílio Ribas e Victor Godinho que, através do empreiteiro português Sebastião de Oliveira Damas, iniciaram a construção da E. F. Campos do Jordão, unindo o Vale do Paraíba a Campos do Jordão. Por falta de recursos, os serviços foram paralisados; o Presidente do Estado, Francisco de Paula Rodrigues Alves encampou a Ferrovia em 1915, concluindo os trabalhos e entregando-a ao tráfego.</p>
<p>A criação do Município de Campos do Jordão operou-se em 16 de junho de 1934, ocasião em que se desligou de São Bento do Sapucaí e, em 30 de novembro de 1944, foi criada a sua Comarca. Detém área de 269 quilometros quadrados e está situada em clima tropical de montanha.</p>
<p>Campos do Jordão localiza-se a 1.700 metros de altitude e pesquisas científicas acusaram a superioridade de seu clima em relação a Davos Platz, nos Alpes Suiços, bem como um teor de oxigenação e ozona superior ao de Chamonix, famosa estância francesa, pela pureza do ar. Campos do Jordão apresenta vantagem sobre as demais estâncias climáticas brasileiras: o seu clima tropical de montanha faz com que o sol esteja presente praticamente o ano todo. A luminosidade costuma atingir o seu grau máximo no inverno, quando então a temperatura chega a cair até a 5 graus negativos, embora já tenha atingido, no passado, a 18 graus abaixo de 0, em 1992. Pesquisas realizadas de 1961 a 1974 sobre as variações climáticas acusam o mês mais frio em junho, e o mais quente, o de fevereiro (média de 17º a 27º C). O mês de janeiro é o mais chuvoso, o de junho o mais seco, e o de agosto é aquele em que o sol se apresenta em sua maior intensidade. Outros dados sobre a temperatura: temperatura abaixo de 9º C, 14 dias por ano; acima de 25º C, 25 dias por ano; ocorrência de nevoeiro, 49 dias por ano; de orvalho, 113 dias e ocorrência de geada, 42 dias por ano.</p>
<p>Saúde e beleza o ano inteiro. Campos do Jordão tem uma topografia bastante acidentada: cerca de 85% de seu Municipio é composto de regiões onduladas, 10% de encostas de serra e apenas 5% de áreas escarpadas. A cidade está localizada em um vale; a parte plana não ultrapassa 500 metros de largura onde se alinham os seus três núcleos principais: Vila Abernéssia, Vila Jaguaribe e Vila Capivari. Vila Abernessia é o centro comercial e administrativo da Estância, Vila Jaguaribe tem uma parte turística e outra residencial e Capivari é a vila turística, por excelência.</p>
<p>É nela e em seus arredores que se concentrarn os melhores hotéis e restaurantes, confeitarias e shoppings, além de luxuosas residéncias que lembram chalés suíços e palacetes imponentes, de estilo normando. A Estância é dotada de parque hoteleiro de categoria internacional.</p>
<p>Localizada entre São Paulo, Rio e Minas Gerais, Campos do Jordão é alcançada por três vias principais de acesso, sendo 2 rodoviárias e 1 ferroviária. De São Paulo e Rio, por exemplo, o acesso pode ser feito através das rodovias SP-123 e SP-50, ambas partindo da Via Dutra.</p>
<p>A SP-50 tem início em São José dos Campos e apresenta mais de 800 curvas para um percurso inferior a 100 quilômetros. Outros acessos rodoviários há, porém de importância secundária. Por último, temos o acesso ferroviário que liga Pindamonhangaba a Campos do Jordão através da Serra, onde se encontra a Parada Cacique, o ponto ferroviário mais alto do Brasil.</p>
<p>A E. F. Campos do Jordão é a única ferrovia brasileira que funciona por sistema de simples aderência, sem cremalheiras.</p>
<p>Cantada como a Suiça Brasileira pelo seu clima inigualável, e reverenciada como o Altar da Solidariedade Humana pela cura de milhares de brasileiros que, recuperados de doencas pulmonares, retornaram sadios aos seus lares, em todos os quadrantes do País, Campos do Jordao tornou-se a mais importante estância climática do Brasil.</p>
<p>Além de sua famosa malharia &#8211; conhecida no mundo todo -, o seu chocolate caseiro, seus doces e compotas, até mesmo as resinas de seus vastos e magestosos pinheirais são industrializadas e suas águas minerais, captadas através dos mais elevados padrões de técnica e higiene, correm das fontes mais puras do planeta.</p>
<p>A sua maior matéria-prima, porém, é aquela que exporta, generosamente, sem retorno de divisas:a saúde.</p>
<p>Os cortes olímpicos e verdes de sua silhueta serrana, ao amanhecer do dia e ao por do sol, já motivou os cânticos dos homens e dos deuses, entoando hinos à beleza e à fraternidade. Pela Estância de Campos do Jordão passaram escritores como Monteiro Lobato, Paulo Dantas, Maria de Lourdes Teixeira, Dinah Silveira de Queirós; poetas, como Ribeiro Couto, Guilherme de Almeida, Menotti Del Pichia; historiadores, como Caio Prado Junior; juristas, como Miguel Reale e Alexandre Correa; artistas plásticos, como Brecheret, Lasar Segall, Felicia Leirner, Pancetti, Manabu Mabe e Camargo Freire, além de políticos, como Getúlio Vargas, João Figueredo, Ernesto Geisel, João Goulart, Adhemar de Barros, Carvalho Pinto, Jânio Quadros, Franco Montoro, Paulo Maluf, Laudo Natel, Abreu Sodré e tantos outros.</p>
<p>Jamais a cobiça do ouro, no passado, poderia sugerir a Oyaguara e a Inácio Caetano que a riqueza não estava nas Minas Gerais, mas se achava aqui mesmo, no Alto da Mantiqueira, a 1700m, acima das poluições, na abençoada e formosa Campos do Jordão. Por isso cisma o poeta em sua lira: Não sabiam os pobres viajantes que o tesouro, de ouro não era não! Nem de esmeraldas, nem de diamantes, o tesouro era Campos do Jordão.</p>
<p>Saiba mais sobre o município acessando: <a href="www.camposdojordao.sp.gov.br" target="_blank">www.camposdojordao.sp.gov.br</a></p>
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		<title>Parabéns aos municípios de Catanduva e Gália pelos seus aniversários. Foto aérea de Catanduva.</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 16:09:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[História de Catanduva A partir de 1917 (em 18, oficializou-se a emancipação política do município), a cidade escorreu pelas vertentes do São Francisco e da Vila Mota, cruzou o charco do futuro Parque das Américas, a ponte de madeira do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1258" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/11/Foto-aérea-de-Catanduva.jpg" rel="lightbox[1257]"><img class="size-medium wp-image-1258" title="Foto aérea de Catanduva" src="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/11/Foto-aérea-de-Catanduva-300x196.jpg" alt="Foto aérea de Catanduva 300x196 Parabéns aos municípios de Catanduva e Gália pelos seus aniversários. Foto aérea de Catanduva." width="300" height="196" /></a><p class="wp-caption-text">Foto aérea de Catanduva</p></div>
<p>História de Catanduva</p>
<p>A partir de 1917 (em 18, oficializou-se a emancipação política do município), a cidade escorreu pelas vertentes do São Francisco e da Vila Mota, cruzou o charco do futuro Parque das Américas, a ponte de madeira do Rio São Domingos e subiu a Rua Brasil. Na altura do número 500, plantou a Praça da República, na forma de harpa. Em torno da praça, multiplicaram-se os bancos ou casas bancárias, como eram denominadas na época. O Banco do Brasil de Catanduva é a terceira agência do País. A Praça da República é feita da mesma matéria de que foi feita a Revolução Francesa antes do Terror e do recuo bonapartista:  o lugar do passeio ao sol ou noturno, mas também, como a ágora dos atenienses, o da comunicação política, o lugar em que se discutem as razões ou desrazões do mundo precário.</p>
<p>O homem, como disse Aristóteles, é o animal da palavra. O Cine República era o lugar em que os catanduvenses recebiam sua cota semanal de imaginário, mas também o do debate, da palestra, da música orquestral ou do mágico que tirava o branco coelho da cartola. A Praça da República, bem como a Praça 9 de Julho-Padre Albino não são apenas emblemáticas, mas acima de tudo metonímicas de diferentes sonoridades e visões de mundo e, the last but not the least,metafóricas. Por serem metafóricas, seu verdadeiro sentido estará sempre velado e a tarefa de quem reflete é descobrir-lhe o véu e surpreender-lhe o rosto limpo. Não se trata de mera curiosidade histórica lembrar que essas praças datam dos primeiros anos de formação do município, todavia assinalar a ?natureza? sociopolítica desses logradouros. Ponderemos: Catanduva tinha/tem dois lugares (vamos chamá-los assim) antitéticos: a estação ferroviária e a matriz de São Domingos. As estações, aqui e alhures, por um tempo foram porta de entrada e saída das cidades e, na vida moderna, desempenharam o papel da muralha do castelo medieval: vigiar o estrangeiro, saber quem chegava ou saía, se transportava algum volume misterioso, com quem viajava.O trem servia/serve ao transporte de mercadorias e aos negócios de seus agentes.</p>
<p>A igreja serve ao transporte das almas, à domesticação dos instintos, à legalização do conúbio (Na verdade, a loira não é burra, mas insidiosa!). Se a estação vigia o espião, a igreja pune o mau cristão. Ao lado de seus aparatos e ornamentos metafóricos, os dois lugares comunicam-se com os cidadãos por falas metonímicas: no alto de suas torres há um relógio e, se o relógio ferroviário assinala o tempo da produção capitalista, o da igreja lembra ao ocioso que o melhor para o espírito é sacudir a preguiça capital e entregar-se ao negócio. Toda antítese camufla muito bem as identidades!A polarização estação ferroviária/igreja São Domingos repete-se no contraditório Praça da República/Praça 9 de Julho-Padre Albino. A República, enquanto fato de História, corresponde ao momento político em que a coroa monárquica, corroída por ferrugem, pôs de lado o discurso monomaníaco dos luíses para dar lugar à desconexa algaravia popular.A praça é do povo e o bom cristão ouve e se cala. Por isso, o ato de se mudar para a ferroviária, com nosso acervo às costas, tem valor igual ao do monge copista da Idade Média ao traduzir para o Latim o original grego, a fim de redescobrir a Cultura.</p>
<p>Como escreveu Paul Virillio, a estação da estrada de ferro, como a muralha e a ponte levadiça da Idade Média, era a porta de entrada ou de saída das cidades. Quem estivesse na gare, assistia ao embarque ou desembarque do passageiro, a roupa por ele usada, o volume transportado ou quem o acompanhava. Hoje, a velha porta rodoviária foi trocada pelos grandes  aeroportos. Quem chegou? Quem saiu? O espião estará entre nós? Passamos do olho vigilante do ferroviário para o olho eletrônico da câmera digital. Ao queimar lenha ou óleo diesel, o trem ? poderoso carro de bois ? transportava para o porto de Santos café, suor, esperança, o português estropiado do imigrante, enquanto a cidade escalava a vertente ascendente ou despencava pela descendente, para poder abrigar maior número de almas entregues à febre da vida econômica. Abatia-se a peroba ou a embuia para se construir a mesa, a cadeira, a cumieira da casa: a cultura sobrepunha-se à Natureza. Onde houver Natureza, aí haverá matéria-prima. Cidade, portanto. Caa-tan-du-ba.</p>
<p><a title="Saiba mais sobre a cidade no site da prefeitura. Clique aqui" href="http://www.catanduva.sp.gov.br/">Saiba mais sobre a cidade no site da prefeitura. Clique aqui</a></p>
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		<title>Parabéns ao município de Cotia pelos seus 153 anos. Desfile, shows e atividades marcam a data. Foto da prefeitura e do mercado municipais.</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 16:06:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cotia]]></category>

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		<description><![CDATA[História de Cotia Fundado em 1580, na oportunidade da concessão de sesmaria aos índios de Pinheiros, de acordo com os registros existentes no Arquivo do Estado de São Paulo e nos arquivos da Torre do Tombo, em Portugal, o município [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1255" class="wp-caption alignleft" style="width: 262px"><a href="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/11/Foto-da-prefeitura-de-Cotia-e-do-mercado-municipais.jpg" rel="lightbox[1254]"><img class="size-medium wp-image-1255" title="Foto da prefeitura de Cotia e do mercado municipais" src="http://edsonaparecido.com.br//wp-content/uploads/2009/11/Foto-da-prefeitura-de-Cotia-e-do-mercado-municipais-252x300.jpg" alt="Foto da prefeitura de Cotia e do mercado municipais 252x300 Parabéns ao município de Cotia pelos seus 153 anos. Desfile, shows e atividades marcam a data. Foto da prefeitura e do mercado municipais." width="252" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foto da prefeitura de Cotia e do mercado municipais</p></div>
<p>História de Cotia</p>
<p>Fundado em 1580, na oportunidade da concessão de sesmaria aos índios de Pinheiros, de acordo com os registros existentes no Arquivo do Estado de São Paulo e nos arquivos da Torre do Tombo, em Portugal, o município de Cotia foi participante ativo das Entradas e Bandeiras no Brasil. Vários bandeirantes, entre os quais citamos Fernão Dias, Manuel Esteves, Pero Dias e Antonio Bicudo, entre tantos outros capitães domato são citados na história deste Município paulista. Data de 1626 a chegada de Raposo Tavares, com sua gente, aos domínios de Cotia.</p>
<p>Desta época importante na história brasileira, são testemunhos os Sítios do Mandú e do Padre Inácio, as residências rurais do século XVII, construídas de taipa de Pilão, monumentos tombados pelo Instituto Brasileiro de Patrimônio Cultural, ainda hoje existentes no Município de Cotia. Além deste patrimônio histórico, Cotia mantém a preservação de seus recursos naturais e ecológicos, como é o caso da floresta do Morro Grande, a represa Pedro Beicht, além do Distrito de Caucaia do Alto, todas elas regiões de mananciais muito procuradas pelos adeptos do turismo ecológico.</p>
<p>Um dos grandes potenciais turísticos do município está na Roselândia, área famosa na produção de flores, especialmente de rosas. A Praça Japonesa também é um marco importante da colonização nipônica na cidade. Cotia recebeu sua Emancipação Político-Administrativa em 2 de abril de 1856. Pelo censo demográfico de 1980, a cidade contava com mais de 62 mil habitantes, taxa essa que hoje deve estar por volta de 170 mil habitantes. Como a cidade de Santos, a cidade de Cotia tem como Padroeira a Nossa Senhora do Monte Serrat, cuja festa é comemorada em 8 de setembro.</p>
<p>Saiba mais sobre Cotia no site da prefeitura: <a href="www.cotia.sp.gov.br" target="_blank">www.cotia.sp.gov.br</a></p>
<p><a title="Confira aqui a programação das comemorações dos 153 anos da cidade" href="http://www.cotia.sp.gov.br/default.asp?act=103&amp;ID=64" target="_blank">Confira aqui a programação das comemorações dos 153 anos da cidade</a></p>
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